Cantinho da Disciplina

João 3:16 -"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna".

sábado, 6 de julho de 2013

Personagens bíblicos parte I


Aarão: Irmão primogênito de Moisés e primeiro sumo-sacerdote judaico, nascido no Egito. Segundo a Bíblia foi escolhido por Deus para secretariar Moisés, prestando-lhe o concurso da sua eloquência, quer perante Faraó, quer perante os hebreus.
Abimeleque: Personagem bíblico, filho de Gedeão. Mandou matar seus irmãos e fez-se juiz de Israel. Morreu no cerco de Tebas, na Palestina.
Abjuração: Originalmente era o ato solene pelo qual se renunciava a uma religião. Especialmente, uma religião estranha ao catolicismo.
Abraão: Patriarca de Israel, nascido em Ur, na Caldéia. Segundo o livro de Gênesis descendia de Sem, o filho mais velho de Noé, na oitava geração.
Obedecendo a Deus estabeleceu-se, primeiramente, na chamada Mesopotâmia, e mais tarde em Canaã, a terra prometida por Deus e onde este lhe anunciou que seria o pai de um grande povo (muitas nações). Foi pai de Ismael, do qual descendem os árabes e de Isaque de quem descendem os hebreus.
Absalão: Terceiro filho de Davi, assassino de seu irmão Amnon. Conspirou contra seu pai obrigando-o a fugir de Jerusalém. Foi vencido por Joabe que o matou. A história de Absalão encontra-se nos capítulos 13 e 14 do 2º Livro de Samuel.
Acabe: Rei de Israel, nascido de Jezabel. Reinou de 917 a 897. Morreu no cerco de ramoth, Galaad.
Acaz: Rei de Judá, filho de Joatão a quem sucedeu em 734. Proclamado rei aos 20 anos, entregou-se a idolatria, fazendo passar o próprio filho pelo fogo. Traidor entregou os tesouros do Templo de Jerusalém aos Assírios. Morreu em 726 a. C.
Adonai: Palavra hebraica que significa Senhor é o nome que no Antigo Testamento se dá a Deus. Os judeus pronunciam essa palavra Adonai junto com o tetragrama inefável YHVH e para formalizarem a pronúncia os massoretas combinaram as vogais de Adonai com as consoantes do tetragrama.
A pronúncia Jeová, resultado da combinação é um barbarismo, que nunca foi admitido pelos judeus, e data do século XVI sendo usado pelos cristãos.
Adonias: Quarto filho do rei Davi e herdeiro natural do trono após a morte de Absalão. Entretanto Davi nomeou Salomão como seu sucessor e Adonias, suspeito de traição, foi condenado a morte.
Adventistas: Denominação religiosa que prega a volta de Jesus Cristo a terra. Do latim adventos que significa vinda, chegada.
O ramo mais conhecido dessa igreja é o dos Adventistas do Sétimo Dia, que teve origem na cidade de Washington, em 1844.
O fundador da seita foi William Miller, que ao estudar a profecia das sete semanas do profeta Daniel, calculou o fim do mundo para o ano de 1843. A seita caiu em descrédito subdividindo-se em vários ramos que creem no retorno iminente de Jesus.
Agar: Personagem bíblica, escrava egípcia de Sara, mulher de Abraão. De seu senhor, com consentimento de Sara, teve Ismael, o primogênito de Abraão. Quando Sara deu à luz a Israel exigiu do marido a expulsão de Agar e seu filho. No deserto com sede e famintos os dois, mãe e filho, foram socorrido por um anjo. Agar, em hebraico significa fugitiva.
Aleluia: Palavra derivada do hebraico “alleluiah” que significa “louvai a Deus”. É o símbolo do sábado da ressurreição para os cristãos, e o tempo da Pesah, a Páscoa dos judeus.
Segundo o ritual fixado pelo Talmud, cantava-se dezoito vezes no ano o grande hallel, especialmente durante o repouso pascal. O grande hallel são os Salmos de nº 11 a 13 que principiam pela palavra aleluia. A aleluia é recitada em sinal de júbilo, especialmente na época da Páscoa.
Amã: Capital do reino da Jordânia, localizada no norte da Arábia a cerca de 40 quilômetros do Mar Morto. Na antiguidade foi conhecida pelos nomes de Filadélfia, Amon e Rabat.
Amós: Um dos doze chamados profetas menores de Israel, segundo a Bíblia. Profetizou os reinados de Oséias e Jeroboão no século 9º a.C.
Ana: Segundo a tradição mãe da virgem Maria e esposa de Joaquim. Seu nome em hebraico significa graça. Não existe nada a seu respeito na Bíblia.
Ananias: Personagem bíblico que participou da conversão de Saulo de Tarso, em Damasco. Sumo-sacerdote que presidiu o julgamento de Paulo em Jerusalém, filho de Nedebaio. Foi morto no começo da revolta dos judeus, em 59 d.C. acusado de colaborar com os romanos.
André: Um dos doze apóstolos de Jesus e irmão de Pedro. Supõe-se que pregou o Evangelho em Patras e na Acaia, sendo crucificado sobre dois lenhos em forma de X.
Aram: Quinto filho de Sem e neto de Noé. Seus descendentes, os arameus, povoaram a Síria e a Mesopotâmia, cuja língua chamou-se Aramaico. A primeira vez na história em que se encontram referências aos arameus é quando se estudou os Sargônidas e o Mundo Oriental, antes de Ciro. Descrevendo os limites da Assíria informaram que a SE se localizavam os “conquistadores principados arameus” que colocou a Assíria em contato direto com o antigo império de Elam.
O aramaico parece ter sido o dialeto mais próximo do antigo falar de Israel, sendo por isso mesmo aprendido e depois adotado pelo povo na época de Jesus.
Os discípulos de Jesus falavam em aramaico, pois eram pessoas do povo e segundo a tradição e a Bíblia desconheciam o hebraico douto.
Anátema: Na acepção estritamente fiel à etimologia, a palavra anátema deve ser considerada como a indicação de um homem ou um objeto que foi separado do convívio dos homens, quer seja por uma boa ou má intenção. Os doutores da igreja empregam-na muitas vezes nesse sentido. É usada como uma sentença que expulsa do seio de uma sociedade religiosa a pessoa contra quem foi pronunciada.
Na idade média esta palavra teve uma ressonância terrível pois o anátema era considerado uma punição superior à excomunhão (que não era mais que uma separação transitória da comunhão dos fiéis).
Ordinariamente era empregado contra os hereges que combatiam os dogmas e a autoridade da igreja.
São João Crisóstomo, numa homilia, da a seguinte explicação: O que é o anátema? São Paulo vos responde: Se alguém não ama Nosso Senhor Jesus Cristo, que ele seja anátema, isto é, que ele viva separada da congregação, estranho a todos.
Anglicanismo: Religião oficial da Inglaterra, Irlanda e Reino Unido. Possui adeptos também na América do Norte. Foi criada pelo rei Henrique VIII que irritado pela resistência do papa Clemente VII de lhe conceder o divórcio de Catarina de Aragão, pois sua consciência o atormentava por ter se casado com uma cunhada, uma tia do imperador Carlos V.
Não conseguindo a licença de Roma decidiu ele mesmo anular seu casamento e casar-se com Ana Bolena. Henrique VIII se autoproclamou chefe da igreja da Inglaterra, que passou a se chamar Igreja Anglicana.
A rainha Isabel consolidou de vez o anglicanismo fazendo aprovar, pelo sínodo de Londres em 1562, a célebre confissão de fé da Igreja Anglicana, elaborada por Cranmer. A doutrina anglicana nega a infabilidade dos concílios papais, conservando apenas os sacramentos do batismo e da comunhão. Nega a existência do purgatório, as indulgências, o culto aos santos e a Maria.
O rei da Inglaterra é o poder supremo da igreja.
Anjos: Os anjos são considerados superiores ao ser humano carnal, substâncias incorpóreas e inteligentes.
Segundo uma classificação que remonta aos primeiros séculos da era cristã, divide-se em três hierarquias. A primeira é formada pelos serafins e querubins, a segunda pelas denominações, virtudes e potências e a terceira e última pelos anjos e arcanjos, que abrange os espíritos em geral.
Ainda segundo a doutrina da igreja católica os anjos não existem desde a eternidade passada, pois foram criados pela graça de Deus, mas com a liberdade de escolha entre o bem e o mal.
É artigo de fé que um terço deles pecou e foram condenados a um suplício que não terá fim. A traição oral atribui ao pecado do orgulho a causa da sua queda. Há, portanto, os anjos que perseveraram, chamados anjos bons e os anjos caídos ou maus anjos também chamados de diabos. Segundo a crença popular existem relações misteriosas entre o mundo angélico e o mundo terráqueo com os anjos bons auxiliando os seres humanos, encaminhando-os no caminho do bem, ao passo que os anjos maus os pervertem, impelindo-os para o mal.
Apóstata: É a pessoa que cometeu apostasia ao renegar a religião na qual foi doutrinado desde criança para seguir outra.
Arca da Aliança: Caixa em que se guardavam as Tábuas da Lei e outros objetos, como a vara de Arão e um punhado de maná. Foi construída segundo as instruções de Deus dadas diretamente a Moisés. Era riquíssima, guarnecida de lâminas de ouro, tanto interna quanto externamente. Sua guarda era responsabilidade dos levitas, que eram os únicos que podiam tocá-la. A cobertura chamada “propiciatório” tinha a forma de uma coroa de ouro servindo de pedestal a dois querubins, também de ouro, de asas abertas.  Os hebreus tributavam grande veneração a ela, levando-a nas suas expedições guerreiras como penhor da proteção divina. Foi colocada no Templo de Jerusalém, construído por Salomão onde esteve até que este fosse destruído pelos caldeus.
Arrependimento: Sentimento de pesar causado pela violação da Lei de Deus. Resulta na livre aceitação do castigo e na disposição de evitar futuras violações.
Essa é a definição da ética e refere-se mais particularmente a lei e a moral humana.
Segundo o cristianismo é o sentimento de culpa que se apossa da pessoa em virtude de uma falta cometida por atos, palavras ou pensamentos, que ela preferia não ter praticado, dito ou concebido e que a conduz ao propósito de mudar de atitude ou de comportamento e ao desejo de penitenciar-se.
A simples disposição de evitar futuras violações é de valor relativo pois, válido sobre todos os aspectos é o arrependimento que leva a reparação da falta cometida.
O que se espera é que a pessoa repare seu erro de modo objetivo: se por palavra ofendeu, busque o perdão do ofendido; se por atos causou danos indenize o prejudicado. Se por pensamentos desejou o mal ou prevaricou conscientize-a disso e moralmente se transforme para viver em paz com sua própria consciência.
Ascensão: Os Evangelhos de Mateus e João descrevem a elevação de Jesus aos céus e o coloca sentado a direita de Deus, mas sem determinar a maneira como ela se operou.
Marcos conta que depois de ter falado uma única vez com os discípulos Jesus subiu aos céus, onde se assentou a direita de Deus.
Lucas, nos atos dos apóstolos da outros pormenores. Foi no quadragésimo dia depois da ressurreição que a ascensão teve lugar.
Nesse dia, estando Jesus com os discípulos no Monte das Oliveiras, deu-lhes as suas últimas instruções.
Depois subiu aos céus numa nuvem que o escondeu aos seus olhares.
Dois anjos, então, lhes anunciaram que Jesus voltaria do mesmo modo como tinha partido.
Asceta: É a pessoa que vive praticando devoções e penitências. Antes de Jesus, os essênios e João Batista já praticavam a vida ascética.
Os estoicos davam a si mesmo o nome de “ascetas” comparando-se aos atletas que por um regime e também exercícios especiais sustentavam seu vigor para a luta.
Paulo, por exemplo, aplicou-se na luta contra si próprio e contra os inimigos da sua salvação.
Houve desde os primórdios do cristianismo ascetas propriamente ditos, isto é, cristãos vivendo no celibato, praticando diversas mortificações, não levando uma vida comum as outras pessoas e sem se retirarem completamente do mundo.
Asceticismo: Doutrina moral que se baseia no desprezo do corpo e da influência das sensações físicas. O asceticismo, isto é, a prática regular de mortificações corporais buscando a perfeição moral, corresponde a uma misteriosa necessidade da alma humana, e por isso é encontrada na maior parte das religiões.
Assíria: Império da antiguidade, edificado no curso médio do Rio Tigre, as margens do qual se encontravam as suas principais cidades Assur e Nínive. Como seu próprio nome poderia sugerir não existiu nenhuma relação de parentesco ou de descendência entre os antigos assírios e os atuais sírios.
O povo semita chamado de assírios construiu as cidades de Níneve e Assur que tiveram na idade antiga importante papel histórico sendo que passaram repetidas vezes de um para outro domínio. Segundo historiadores da época tinham acentuado tipo judeu, usando roupas compridas e barretes altos.
Foram aliados do Egito contra a Babilônia desenvolvendo consideravelmente sua arte militar, fazendo contínuas incursões guerreiras por toda a região.
Nínive, a chamada cidade de pedra, era rival da cidade de tijolos, a antiga e grande Babilônia, ambas as cidades semitas.
Dominou toda a Ásia Ocidental e esse domínio só terminou sob os golpes combinados da Babilônia e dos Medos e Persas, em data controvertida, sendo que alguns a situam entre 606 e 625 a. C.
Assuero: Nome hebraico com o qual a Bíblia faz referência a um rei da Pérsia, talvez Xerxes I, que se casou com uma judia chamada Ester, que lhe pediu que publicasse um édito de libertação do seu povo.
Ateísmo: É a doutrina dos povos que não admitem a existência de Deus. Se a considerarmos no sentido lato, essa palavra “ateísmo” tem o significado de “viver sem Deus”.
Tem, portanto, um significado prático, merecendo esse nome todo aquele que vive como se Deus não existisse.
No sentido geral essa palavra pode aplicar-se a toda doutrina filosófica que considera ficção a concepção de um Deus pessoal, senhor e criador todo poderoso do mundo.
Assim considerado, o Ateísmo divide-se em várias escolas: o Atomismo, o Positivismo e o Panteísmo com todas as suas diferentes formas.
No sentido mais restrito da palavra aplicam-se exclusivamente as doutrinas científicas que enxergam na matéria o princípio de todos os seres.
Os que compreendem desta forma o ateísmo estão separados dos positivistas e dos panteístas, isto porque os primeiros consideram vãs todas as indagações das cousas primárias, ao passo que os segundos substituem a abstração “matéria” por outras abstrações, como a “substância”, a “ideia” e a “vontade”.
Atos dos Apóstolos: Nome dado ao quinto livro do Novo Testamento, escrito, segundo a maioria dos estudiosos da Bíblia, pelo discípulo de Paulo, Lucas.
O livro é considerado um verdadeiro monumento literário, de enorme valor religioso, histórico e de estilo.
Narra a vida e os atos dos primeiros seguidores de Cristo, principalmente os apóstolos Pedro e Paulo, perfazendo um período de cerca de 33 anos após a morte do Senhor Jesus.
Augustus: Primeiro imperador de Roma pertencente à família César, cujo nome era Caio Júlio César Otávio, que viveu aproximadamente de 63 a. C. a 14 d. C.
Nascido em Roma e sobrinho em segundo grau do ditador César, que em virtude disso foi assassinado pelos republicanos revoltosos quando tinha 56 anos de idade. Os conjurados ao optarem pela morte de César apenas, passaram o controle da situação política a Otávio, que formou o primeiro “trium-virato”, ou seja, o primeiro governo constituído por três pessoas.
Otávio, Antônio e Lépido declararam guerra contra os revoltosos sendo que os dois principais inimigos, Brutus e Cássio foram derrotados por Antônio e Otávio em Filipos, onde Brutus e Cássio se suicidaram.
Com o afastamento de Lépido ficaram frente a frente Otávio e Antônio, que havia repudiado Otávia irmã de Augusto para esposar a rainha do Egito Cleópatra.
A batalha de Actium, entre Otávio de um lado e Antônio e Cleópatra do outro, decidiu a favor de Otávio o destino de Roma.
Senhor da República, Otávio transformou-a aos poucos em império. Entre os anos 27 a 10 a. C. foi investido do chamado “Imperium” poder militar e religioso supremo, com o nome de “Imperatur” e sobrenome “Augustus” que significa sagrado em Latim.
Criou a famosa guarda imperial os “pretorianos” que desempenharam papel decisivo no Império.
Governou Roma como um Deus e morreu em Nola aos 66 anos, sendo que seus sucessores adotaram o título de “César Augustus” para designar o imperador.
Foi substituído, após a sua morte, por seu filho adotivo Tibério.

Autoridade e Submissão – Parte II

Outra prova de submissão da amada está em Cântico dos Cânticos.
Cântico dos Cânticos 1: 10b – “como é formoso o seu pescoço enfeitado de colares!”
Na Bíblia o pescoço ou a cerviz também indica submissão. Em várias passagens da Bíblia Israel é chamado de povo de dura cerviz por causa de sua desobediência a Deus.
Êxodo 32: 9 – “Eu conheço este povo e sei que é muito teimoso”.
Atos 7: 51 – “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim como fizeram vossos pais, também vós o fazeis”.
Dura cerviz é usada como sinônimo de incircunciso significando que somos rebeldes, porque nossa carne pecaminosa não foi totalmente tratada, resistindo sempre ao Espírito Santo.
Se nossa cerviz não for tratada não obedeceremos a Deus e para tratá-la precisamos de um colar.
Geralmente os colares são feitos de pedras preciosas, que denotam o trabalho transformador do Espírito.
Portanto o fato da amada usar colar indica que ela não é mais de dura cerviz porque foi transformada pelo Espírito.
Pedra preciosa é uma pedra que sofreu transformações. Antes da regeneração nós éramos barro, feitos do pó da terra.
Gênesis 2: 7 – “Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”.
Simão teve o seu nome mudado para Cefas, que significa pedra, ao se converter e servir, portanto, para a edificação da igreja de Cristo.
Pedro disse que Jesus é a pedra angular e nós os crentes pedras vivas, úteis para a edificação da igreja. Essas pedras vivas não são pedras comuns, mas pedras preciosas, resultado de uma transformação lenta e progressiva.
Quanto mais somos transformados mais manifestamos Deus até que na Nova Jerusalém seremos pedras preciosas totalmente transparentes para manifestar Deus por toda a eternidade.

Autoridade e Submissão – Parte I

A primeira parte do capítulo 11 de primeira Coríntios trata da questão da autoridade e submissão. O versículo 3 nos mostra que no universo existe uma ordem: Deus é o cabeça de Cristo; Cristo é o cabeça do homem e o homem é o cabeça da mulher.
I Coríntios 11: 3 – “Mas quero que entendam que Cristo tem autoridade sobre todo marido, que o marido tem autoridade sobre a esposa e que Deus tem autoridade sobre Cristo”.
Apesar de Cristo em vida e natureza ser igual a Deus em Sua obra e em Sua função Ele tem a Deus por cabeça.
Em João 5, a partir do versículo 19 Ele disse que nada fazia segundo sua própria vontade, mas agia de acordo com o que o Pai ordenava.
João 5: 19 – “Então Jesus disse a eles: Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o Filho não pode fazer nada por sua própria conta, pois ele só faz o que vê o Pai fazer. Tudo o que o Pai faz o Filho faz também”.
Por isso precisamos saber qual é a nossa posição na igreja de acordo com a vontade de Deus.
Na igreja não existe uma ordem estabelecida por meio de cargos e títulos, mas, sim, uma ordem espontânea decorrente do crescimento espiritual.
Devemos, então, discernir espiritualmente quem está acima ou abaixo de nós. Precisamos submeter-nos a quem está acima de nós e usar de autoridade com sabedoria e amor em relação aos que estão abaixo.
Devemos amar a todos e ter muita comunhão espiritual.
Essa ordem é necessária para evitar confusão na igreja e para manifestar a ordem estabelecida por Deus no universo.
Quando nos submetermos a tal ordem, a igreja é edificada, e isso, por fim, levará Cristo a encabeçar todas as coisas.
Efésios 1: 10 – “Esse plano é unir, no tempo certo, debaixo da autoridade de Cristo, tudo o que existe no céu e na terra”.
Se não nos submetermos à autoridade e nem nos mantivermos em nossa posição, estaremos cometendo um grande erro.
Pela vontade de Deus o cabelo longo da mulher representa a sua submissão natural ao homem.
Primeira Coríntios capítulo 11, versículo 4 relata que o homem não deve ter cabelos compridos por isso representar ter a cabeça coberta, o que desonra a sua cabeça, pois como representante da autoridade de Deus o homem não pode cobri-la.
I Coríntios 11: 4 – “Se um homem cobre a cabeça quando ora ou anuncia a mensagem de Deus nas reuniões de adoração, ele está ofendendo a honra de Cristo”.
A mulher deve ter o cabelo comprido, pois ele simboliza o véu. Se a mulher não se submete é como se tivesse a cabeça rapada, o que seria uma vergonha para ela.
Aos olhos de Deus é vergonhoso uma mulher rapar a cabeça, mas ela torna-se formosa diante Dele tendo os cabelos compridos. São “as faces formosas entre os teus enfeites (as tranças)”.
Cântico dos Cânticos 1: 10 – “O seu rosto é lindo no meio de duas tranças; como é formoso o seu pescoço enfeitado de colares!”
Aos olhos de Deus não existe igualdade entre o homem e a mulher. Paulo foi claro ao dizer que o homem é a imagem e glória de Deus, e a mulher glória do homem.
I Coríntios 11: 7 – “O homem não precisa cobrir a cabeça, pois ele reflete a imagem e a glória de Deus. Mas a mulher reflete a glória do homem”.
Por que isso? Porque o homem não foi feito da mulher e, sim, a mulher, do homem.
I Coríntios 11: 8 – “pois o homem não foi feito da mulher, mas a mulher foi feita do homem”.
Por isso as irmãs devem ficar sob o véu, na posição de submissão.
De acordo com os versículos 9 e 10 o véu é um sinal de submissão da mulher, mas, na verdade, o cabelo comprido já é um sinal suficiente.
I Coríntios 11: 9, 10 – “O homem não foi criado por causa da mulher, mas sim a mulher por causa do homem. Portanto, por causa dos anjos, a mulher deve pôr um véu na cabeça para mostrar que está debaixo da autoridade do marido”.
A Bíblia diz que as tranças são a formosura, não o véu.
Assim o uso ou não do véu depende da consciência das irmãs ao se encontrarem na presença do Senhor.
Se usarem o véu e são submissas honram sua posição que manifestam Deus.
 Mas se usam o véu nas reuniões, mas na sua vida diária em nada se submete, o véu pede seu significado e torna-se mero formalismo exterior, sem nenhum valor espiritual.
 Cântico dos Cânticos 1: 10 – “O seu rosto é lindo no meio de duas tranças; como é formoso o seu pescoço enfeitado de colares!”
Em Cântico dos Cânticos a referência a submissão da amada, representada pelas tranças, é muito positiva.
Mas, por outro lado, por ela ter sido comparada a égua do Faraó, mostra que sua submissão ainda era de acordo com o seu ser natural, ou seja, uma submissão por obrigação.
A origem da submissão de um cristão deve ser a vida divina que ele recebeu na regeneração.
Somente a natureza divina transforma lentamente nossa natureza humana rebelde em submissão.
Quando vivemos por meio de Cristo espontaneamente nos submetemos.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

No Cenáculo "encontro diário com Deus"


Antes de iniciar: Sente-se, calmamente, por 30 segundos ou até que sua mente se aquiete. Respire profundamente e acomode-se de modo confortável.
Leitura: Determine um tempo para a sua meditação. Abra a sua Bíblia e leia o trecho da Escritura sugerida no dia. Após a leitura, fique em silêncio por alguns minutos e pense na passagem bíblica. O que veio à mente? O que chamou a sua atenção?
Versículo: O versículo citado está relacionado com o ponto central da leitura do dia. Leia-o pausadamente e pense sobre o significado dele para você. Uma ou duas vezes por semana, você poderia memorizar o versículo citado, se isso for fácil para você.
A história: Essas meditações foram escritas por pessoas de todas as partes do mundo. Depois de ler a mensagem, pare e pergunte-se: "Como as palavras dessa pessoa podem se relacionar com a minha vida?
A oração: Ao terminar o seu tempo de quietude, faça a oração do final da página. Você pode acrescentar a ela pessoas ou situações que vierem à sua mente durante a reflexão.
Pensamento para o Dia: Esse item convida você a responder ou aderir à ideia do dia em questão. Repita o pensamento para si várias vezes. Recorde-o durante todo dia, fixando no coração o que você ouviu de Deus durante o seu tempo de quietude.
Plano Semanal de estudos: É uma ferramenta importante para ampliar pessoal e coletivamente os ensinos das reflexões todas às quartas-feiras. Desejamos que a sua vida cristã seja nutrida nos ensinos do Evangelho e, consequentemente, você possa crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo. Essa seção está na parte final da edição de no Cenáculo.



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terça-feira, 4 de junho de 2013

Alerta: O grande mal da igreja atual


Apesar das ondas do secularismo e da simonia que a contaminam, a Igreja contemporânea sofre de um mal ainda maior: negligência na prática do ensino bíblico.
A ênfase está na pregação, de forma desproporcional ao ensino. A ordem de Jesus em Mateus 28.19-20 é equilibrada: pregar e ensinar. Mas o que se vê, na grande maioria das igrejas, é uma pregação voltada para o imediatismo, como "escape das maldições e venha para a bênção", ou "comece a ganhar dinheiro, tenha uma ótima saúde, basta contribuir abundantemente para esta igreja", etc.
Poucas são as igrejas que mantém uma escola bíblica regular para seus membros. Na maioria, há apenas "cultos de libertação", "louvorzão" - espetáculos com muita ênfase no "sentir", "receber", ser "abençoado" e pouca no "aprender".
Servos do Senhor Jesus precisam se levantar em todos os lugares para ensinar. Sem ensino bíblico teremos discípulos fracos, vivendo de leite aguado, negligentes, sem capacidade para lutar contra o mal; vítimas fáceis de seitas e heresias.
Você, servo de Deus: levante-se, arrependa-se do seu comodismo e comece a ensinar a Palavra com amor e dedicação, cumprindo a ordem de Cristo em Mateus 28.20: "ensinando-as a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei".

Autor: Júlio César Zanluca

A contagem do tempo parte II


Para solucionar esse problema os egípcios adotaram a tática de observar a estrela Sírius que eles chamavam de Sótis. Marcando num certo dia um ponto determinante, como o alinhamento entre duas pedras por exemplo, observavam a passagem da estrela sobre ele. No dia seguinte ela passava um pouquinho deslocada, e assim sucessivamente, e como depois de certo período essa passagem volta exatamente ao ponto inicial, forma um ciclo, que é o ano. A precisão era fantástica, pois o ano egípcio, assim contado, tinha 365 dias e 6 horas. Hoje, considera-se a grosso modo que o ano tem 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos.
O certo é que, para fins práticos, a alternância entre 365 e 366 dias resolve o problema, exigindo apenas a supressão de três anos bissextos a cada 4 séculos.
Bissextos – Um ano tem 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos e, arredondando-se isso para 365 dias e 6 horas, agimos do seguinte modo: fazemos 3 anos de 365 dias e 1 ano de 366 dias.
Assim no primeiro ano “perdemos” 6 horas, no segundo mais 6, indo a 12 horas; no terceiro mais 6, indo a 18 e quando no quarto ano iríamos perder 24 horas, ou seja um dia, fazemos um ano de 366 dias e tudo volta ao normal.
Isso se o ano realmente tivesse 365 dias e ¼, pois esse valor arredondado é onze minutos maior do que o correto, tendo como resultado que a cada 400 anos ficamos um dia a frente do calendário.
Para resolver isso a solução é a seguinte: os anos múltiplos de 100 não são considerados bissextos, mas os múltiplos de 400 são. Assim o ano de 1900 não foi bissexto. Em 2000 estaremos quase 24 horas atrasados, então 2000 é considerado normalmente ano bissexto.
Entretanto o rigor científico pede medição mais precisa. Por isso o “ano científico” é medido utilizando-se as oscilações do átomo de Césio, que oscilam com precisão perfeita.
Quanto dura o ano?
Um egípcio, há 300 anos, diria: 365 dias e 6 horas.
Hoje em dia, um físico nuclear dirá: 290.091.200.500.000.000 oscilações do átomo de Césio.
A origem da palavra “calendário” é latina, vem de calendas, o primeiro dia do mês, um dos três nomes de dias que serviam de referência para a datação do mês entre os romanos.
Calendário Juliano – Julio Cesar (100 a. C. – 44 a. C.) ditador romano, herdou um calendário lunar de 354 dias que vinha sendo usado há seis séculos. Ao ser comparado ao calendário solar de 365 verificou-se que havia a defasagem de 11 dias por ano que precisou ser corrigida com uma ação radical: o ano 46 a.C. teve 445 dias.
Cesar então adotou o ano de 365 dias e um quarto, arredondando para três anos de 365 dias e um ano de 366 dias.
Os meses tinham 30 e 31 dias a exceção de fevereiro que tinha 29 dias.
Para homenagear Cesar o Senado de Roma aprovou a mudança do mês “Quintilis” para “Julius”, donde vem o nome Julho.
Quando, para homenagear o imperador Augustus, o Senado mudou o nome do mês “Sextilis” para Agosto, aumentando em um dia esse mês, para que não ficasse menor que Julho, fevereiro perdeu um dia e ficou com 28 dias.
Calendário Judaico – Os historiadores não tem quase nenhum dado acerca do modo como os judeus contavam o tempo, antes do século 10 a.C., época do rei Salomão.
As poucas menções bíblicas indicam que o ano seria lunar (354 dias), mas não existe nenhuma indicação de como seus meses eram intercalados para calibrar o ano curto lunar, com o ano solar de 365 dias.
Cerca de 570 a.C., quando os babilônicos invadiram Jerusalém, seu calendário passou a ser utilizado na Palestina, situação que permaneceu até o ano 70 da era atual quando passou-se a utilizar o calendário Juliano.
O Novo Testamento não cita calendários e até hoje não se tem certeza de como os judeus marcavam as datas na época de Cristo.
Calendário Gregoriano – Em 1572 sobe ao trono papal o professor de jurisprudência Ugo Buoncompagni, que tomou o nome de Gregório XIII.
Esse papa monta uma comissão encarregada de fazer uma revisão no calendário juliano, em uso a 1600 anos.
Como o ano tem de fato, um pouco menos de 365 dias e 1/4, a diferença acumulada desde a reforma de Julio Cesar já estava em 10 dias.
Sempre preocupada em determinar com exatidão o Dia da Páscoa, a própria igreja Católica já projetara várias reformas desde o século XIII.
Mas coube a Gregório implantar uma ampla reforma que enxugou dez dias do calendário de uma só vez. O dia 4 de outubro de 1582 passou para 15 de outubro de 1582.
Desde então, a cada 400 anos, são eliminados três anos bissextos (1700, 1800 e 1900 não foram considerados anos bissextos).
Em uma Europa dividida pela Reforma a adoção do Calendário Gregoriano foi muito lenta.
A Inglaterra só o adotou em 1752, a Rússia em 1918 e a Grécia só em 1924.
Mas para os que pensam, que depois de tantas reformas as coisas se ajeitaram, aqui então alguns problemas que não foram solucionados.
  1. Os bimestres e trimestres não possuem número de dias fixos.
  2. Os dias de cada semana mudam de ano para ano. Num calendário ideal o dia 1º de dezembro de 1999, uma quarta-feira, caísse em uma terça-feira como no dia 1º de dezembro de 1998.
  3. O calendário Gregoriano se adianta 26’96 segundos a cada ano. Desde 1582 isso já resultou num acúmulo de quase 3 horas. Essa diferença será de 1 dia no ano 4909, e, para acertar o tempo será preciso que o ano 4912, um ano bissexto, não tenha seu dia 29 de fevereiro.

A contagem do tempo parte I


Hoje, toda a humanidade possui anos de 365 dias e, a cada quatro anos, de 366 dias. Isso é essencial para manter a sociedade em funcionamento.
Esse calendário é o resultado de uma história complexa, pois talvez o tempo não seja uma criação do homem, mas o ano certamente é.
De todos os fenômenos celestes o mais visível é o do nascer e por do Sol.
Assim o dia, o espaço de tempo que separa esses dois fenômenos, torna-se uma unidade definida.
Observando os dias com atenção observamos que eles não possuem a mesma duração, e que essas diferenças são cíclicas. Esse ciclo é chamado de ano.
Para determinar ciclos maiores que um dia os pesquisadores da antiguidade lançaram mão de outros expedientes. Entre eles o que estava mais a mão foi o de observar a Lua. Observou-se que ela passa por quatro fases, nova, crescente, minguante e cheia, de invisível a totalmente visível e, de novo, a caminho da invisibilidade.
Esse período dura cerca de 29 dias e meio. Como meio dia é difícil de calcular, faz-se com que esse tempo chamado mês tenha, alternadamente, 29 e 30 dias, característica dos calendários grego, egípcio e babilônico.
Quanto a semana de sete dias é uma referência ao período de cada uma das fases da Lua, que dura aproximadamente 7 dias.
O homem pré-histórico era coletor de alimentos nômade, e saber o tempo certo para se plantar era um problema que ainda não existia.
Mas quando o homem tornou-se sedentário, e agricultor, o problema apareceu, pois 12 meses lunares somavam 354 dias, menos do que o período que separava duas épocas de plantar que tinha cerca de 365 dias.
Na contagem de tempo lunar o ano agrícola começa todo ano 11 dias mais cedo, fazendo com que no fim de certo tempo verão e inverno invertam de posição.
Para que o trabalho de determinar os meses do ano se eles não definem se é, por exemplo, primavera ou outono?

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Arrebatamento – Parte III

No capítulo 24 de Mateus os discípulos queriam saber quando seria “a consumação do século”, quando Jesus estabelecerá o Seu Reino na Terra.
Apocalipse 11: 15 – “Então o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu vozes fortes, que diziam: O poder para governar o mundo pertence agora a Deus, que é o Senhor nosso, e ao Messias que ele escolheu. E Deus reinará para todo o sempre!”
Jesus lhes respondeu com a profecia de Mateus 24.
Mateus 24: 14 – “E a boa notícia sobre o Reino será anunciada no mundo inteiro como testemunho para toda a humanidade. Então virá o fim”.
“Então virá o fim”, ou seja, será o fim do governo humano sobre o mundo e também o fim do século presente.
Virá então o governo de Cristo.
Zacarias 14: 9 – “O Senhor Deus será o Rei do mundo inteiro. Ele será o único Deus, e todos o chamarão de Senhor”.
Em Mateus 24 Jesus se refere ao Evangelho do Reino, e não ao Evangelho da Graça que nós pregamos hoje em dia. O Evangelho da Graça terminará no Arrebatamento.
Logo após o Arrebatamento será pregado o Evangelho do Reino, por todo o mundo, pelos redimidos enviados do céu.
O Evangelho da Graça, do Reino ou Eterno tem o mesmo significado: boas novas de salvação. Conforme a época em que é pregado tem nomes diferentes, mas tem o mesmo significado.
Quando o Anticristo quebrar a aliança irá mandar matar todos os judeus em Jerusalém.
Jesus, então, irá advertir os fiéis para que fujam para escapar da fúria do Anticristo. No inverno, com temperaturas abaixo de zero locomover-se em Israel será muito difícil. No sábado, segundo a lei de Moisés, os judeus não podem ir além de um quilometro distância muito pequena para poder escapar do inimigo.
As duas testemunhas – Serão duas pessoas que Deus levantará em Israel, com poderes semelhantes aos de Moisés e Elias, com a missão de pregar, profetizar, e combater a crueldade do Anticristo.
Os dois pregarão durante 1260 dias (3 anos e meio).
A Bíblia não revela seus nomes mas certamente não serão nem Enoque, nem Moisés e nem Elias. Do contrário haverá reencarnação, pois os três estão com o Senhor no céu.
Na terra eles terão corpos físicos e depois de dar seu testemunho serão mortos pelo Anticristo, e seus cadáveres ficarão estirados na praça de Jerusalém por 3 dias e meio, para em seguida ressuscitarem e subirem para o céu.
A Batalha do Armagedom ocorrerá no fim dos sete anos da tribulação, quando os exércitos do mundo, comandados pelo Anticristo se reunirem para destruir Israel.
Armagedom, em hebraico Vale do Megido, fica no centro-norte de Israel. É aonde irá se concentrar os exércitos do mundo para a batalha. Satanás será derrotado, preso por mil anos, e depois, lançado no lago de fogo e enxofre.
O Anticristo e o falso Profeta também serão lançados no lago de fogo.
Os reis da terra e seus exércitos serão mortos.
Todo o Israel será salvo?
Sim, todo o Israel remanescente, convertido durante a grande tribulação, será salvo.
Isaías 4: 2, 3 – “Naquele dia, o “Ramo Novo” que o Senhor Deus plantar crescerá forte e bonito, e os moradores de Israel que continuarem vivos ficarão alegres e orgulhosos por causa das ricas bênçãos que vão receber. Aqueles de Jerusalém que Deus escolher para continuarem vivos serão chamados de “Povo Santo”.”
Durante o período da tribulação, dois terços dos judeus serão mortos, os incrédulos.
Zacarias 13: 8, 9 – “Dos moradores de Israel, dois terços morrerão; só um terço sobrará com vida. E estes que sobrarem eu farei passar pelo fogo. Eu os purificarei como se purifica a prata e os refinarei como se refina o ouro. Aí eles orarão a mim, e eu os atenderei. Direi: ‘Vocês são o meu povo’, e eles responderão: ‘O Senhor é o nosso Deus.’ ”
A terceira parte será o “todo Israel” salvo como está escrito em Romanos.
Romanos 11: 26 – “E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador e ele apartará de Jacó as impiedades”.
Olharão para o Senhor Jesus chorando amargamente, reconhecendo ser Ele o Messias que os seus antepassados rejeitaram.
Zacarias 12: 10 – “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”.
O Falso Profeta, a segunda besta emerge da terra.
Apocalipse 13: 11 – “Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão”.
A palavra Terra lembra Israel, a Terra Prometida (Eretz Israel). Isso induz a que a segunda besta será um judeu. Ele fará com que os habitantes da Terra adorem o Anticristo. Operará grandes sinais (fará descer fogo do céu), seduzindo os homens que farão uma imagem do Anticristo, que receberá fôlego para falar e fará morrer quantos não adorarem a besta.

Arrebatamento – Parte II



      Vários sinais serão cumpridos durante os sete anos de tribulação que antecede a vinda de Cristo:
  •     O Anticristo aparecerá na terra e promoverá uma aliança entre Israel e seus inimigos por sete anos;

Daniel 9: 27 – “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele”.
  • Os 144.000 judeus serão selados;

Apocalipse 7: 4 – “Então, ouvi o número dos que foram selados, que era cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel”.
  • O Evangelho do Reino será pregado em todo o mundo.

Mateus 24: 14 – “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim”.
Apocalipse 14: 6, 7 – “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”.
  • Na metade da semana, 3 anos e meio da tribulação o Anticristo quebrará a aliança, tornando-se governante mundial, declarando-se Deus e profanando o Templo. Será adorado pelos habitantes da terra e dará início a uma grande perseguição aos santos.

Mateus 24: 15 – “E Jesus continuou: Vocês verão no Lugar Santo “o grande terror”, de que falou o profeta Daniel”.
II Tessalonicenses 2: 3, 4 – “Não deixem que ninguém os engane com nada disso. Pois, antes desse dia, terá de acontecer a Revolta contra Deus, e terá de aparecer o Perverso, que está condenado a ir para o inferno. Ele será contra tudo o que as pessoas adoram e contra tudo o que elas acham que é divino. Ele vai se colocar acima de todos e até mesmo vai entrar e sentar-se no Templo de Deus e afirmar que é Deus!”
Apocalipse 13: 8-15 – “Todos os que vivem na terra o adorarão, menos aqueles que, desde antes da criação do mundo, têm o nome escrito no Livro da Vida, o qual pertence ao Cordeiro, que foi morto. Portanto, se vocês quiserem ouvir, escutem bem isto: Quem tem de ser preso será preso; quem tem de ser morto pela espada será morto pela espada.
Isso exige que o povo de Deus agüente o sofrimento com paciência e seja fiel.
Então vi outro monstro, que subia da terra. Ele tinha dois chifres parecidos com os de um carneiro, mas falava como um dragão. Usava toda a autoridade do primeiro monstro, na sua presença. Forçava a terra e todos os que moram nela a adorarem o primeiro monstro, aquele cuja ferida mortal havia sido curada. Esse segundo monstro fez coisas espantosas. Fez com que caísse fogo do céu sobre a terra, na presença de todas as pessoas. E enganou todos os povos da terra, por meio das coisas que lhe foi permitido fazer na presença do primeiro monstro. O segundo monstro disse a todos os povos do mundo que fizessem uma imagem em honra ao outro monstro, que havia sido ferido pela espada e não havia morrido. O segundo monstro recebeu poder de soprar vida na imagem do primeiro, para que ela pudesse falar e matar todos os que não a adorassem.”
  • Surgirão as duas testemunhas.

Apocalipse 11: 3-12 – “Eu enviarei as minhas duas testemunhas, vestidas com roupa feita de pano grosseiro, e elas anunciarão a mensagem de Deus durante mil duzentos e sessenta dias.
As duas testemunhas são as duas oliveiras e os dois candelabros que estão em pé diante do Senhor do mundo inteiro. Se os seus inimigos tentam maltratá-las, sai fogo da boca dessas duas testemunhas e acaba com eles. Assim, quem quiser maltratá-las precisa ser morto. Elas têm autoridade para fechar o céu a fim de que não chova durante o tempo em que anunciam a mensagem de Deus. Têm autoridade também sobre as águas para que virem sangue. Têm autoridade ainda para ferir a terra com todo tipo de pragas, quantas vezes quiserem.
Quando as duas testemunhas acabarem de anunciar a sua mensagem, o monstro que vem do abismo lutará contra elas. Ele vencerá e as matará, e os seus corpos ficarão na rua principal da grande cidade onde o Senhor delas foi crucificado. O nome simbólico daquela cidade é Sodoma ou Egito. Durante três dias e meio, os povos de todas as nações, tribos, línguas e raças olharão para esses dois corpos e não deixarão que sejam sepultados. Os povos da terra ficarão felizes com a morte dessas duas testemunhas. Vão comemorar e mandar presentes uns aos outros porque esses dois profetas trouxeram muito sofrimento para a humanidade. Mas depois desses três dias e meio um sopro de vida veio de Deus e entrou neles, e eles se levantaram. E todas as pessoas que os viram ficaram com um medo terrível. Aí os dois profetas ouviram uma voz forte, que vinha do céu e lhes dizia: Subam aqui! Enquanto os seus inimigos olhavam, os dois profetas subiram ao céu numa nuvem.”
  • Cairão sobre a terra os juízos de Deus previsto no Livro do Apocalipse.
  • Ocorrerá a Batalha do Armagedom.

Apocalipse 16: 16 – “Depois os espíritos ajuntaram os reis no lugar que em hebraico é chamado de Armagedom”.
Todos esses eventos se cumprirão na tribulação.
Três séculos principais – Na Bíblia a palavra século não se refere a um período de cem anos, mas a um período muito longo de tempo.
Assim temos três séculos principais:
  • Século anti-diluviano;
  • O século presente que vai do dilúvio até o estabelecimento do Reino de Cristo;
  • O século vindouro, que será o Milênio.


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Arrebatamento – Parte I



No arrebatamento da igreja o mundo verá o Senhor?
Não. O Senhor Jesus não tocará a terra, pois os salvos é que irão subir ao seu encontro nos ares.
Durante os quarenta dias em que Ele esteve na terra, após sua ressurreição, e por fim, no momento de sua ascensão ao céu, só foi visto por seus seguidores.
Assim também será quando Ele vier buscar sua igreja no arrebatamento, só os crentes o verão.
As crianças serão arrebatadas?
Sim. A criança é concebida em pecado, mas é inocente até alcançar a idade da razão.
Deus é justo e não condena o inocente, mas apenas os que rejeitam sua salvação.
Enquanto a criança não chegar à idade da razão, que é diferente para cada uma, pois só Deus o sabe, certamente não será julgada.
Deus não leva em conta o tempo de ignorância, mas quando a criança chega a idade da razão, e por isso tem consciência do pecado, precisa nascer de novo.
Para nascer de novo é preciso arrependimento, confissão e conversão.
As crianças que morrem vão para o céu?
Sim. Quando a criança do rei Davi morreu, sabendo ele que não poderia fazê-la voltar , disse:
II Samuel 12: 23 – “Porém, agora que é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim”.
Davi sabia que futuramente se juntaria a ela no céu.
Mateus 18: 3 – “E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus”.
A pessoa para ser salva precisa converter e tornar-se como criança.
Mateus 5: 8 – “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus”.
A criança é pura. Ainda que tenha nascido em pecado ela tem o coração limpo; e os limpos de coração verão a Deus.
Lucas 18: 16 – “Jesus, porém, chamando-as para junto de si, ordenou: Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus”.
Cremos pois que, segundo a justiça de Deus, a criança inocente será arrebatada, ainda que seja filha de pais incrédulos.
Os filhos poderão ser salvos e os pais não. Quem é o Anticristo?
É a besta que emerge do mar.
Apocalipse 13: 1 – “Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia”.
Será o governante do mundo na grande tribulação. O governante mais terrível e cruel de todos os tempos.
Receberá de Satanás o poder, o trono e grande autoridade.
Apocalipse 13: 2 – “A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade”.
É o “príncipe que há de vir”.
Daniel 9: 26 – “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas”.
Será o último governante humano antes do governo de Cristo na terra.
Vai querer ser muito mais que um líder, irá assentar-se em um trono no Templo de Jerusalém, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.
Levantar-se-á então contra Deus e tudo o que merece culto, e também perseguirá os crentes por 42 meses.
Ele surgirá após o arrebatamento é firmará uma aliança com Israel, o povo escolhido, e com muitas nações, por sete anos; mas na metade desse período quebrará a aliança.
Daniel 9: 27 – “Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele”.
O Anticristo talvez até já esteja entre nós, embora ainda não saiba que será o Anticristo. Se assim for ele já é um grande adorador de Satanás, que no momento certo se apossará dele, dando-lhe autoridade e poder.
Ele sairá do Novo Império Romano que está sendo restaurado na Europa.
O Antigo Império Romano – 4º reino da profecia de Daniel acabou no ano 476 d. C.
Daniel 7: 23 – “Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços”.
O surgimento do Novo Império Romano começou no dia 25 de março de 1957 com o chamado Tratado de Roma. Seis países criaram o Mercado Comum Europeu – MCE que atualmente é chamado de União Européia – EU, composta atualmente de 15 países.
É desse novo império que se levantará o Anticristo, que em Apocalipse tem o nome da besta que tinha dez chifres a besta do Apocalipse.
Daniel 7: 23, 24 – “Então, ele disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis.
Apocalipse 13: 1 – “Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia”.
Daniel deixa claro que o Anticristo virá do novo império.
Daniel 9: 26 – “Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas”.
Quem destruiu Jerusalém e o Templo no ano 70 d. C. foram as legiões romanas comandadas por Tito.